• Agência Pública: "Fundada em 2011 por repórteres mulheres, a Pública é a primeira agência de jornalismo investigativo sem fins lucrativos do Brasil. Todas as nossas reportagens são feitas com base na rigorosa apuração dos fatos e têm como princípio a defesa intransigente dos direitos humanos." [aliados]
  • Ponte: "A Ponte surge com uma proposta única no jornalismo brasileiro. Nossa missão é defender os direitos humanos por meio de um jornalismo independente, profissional e com credibilidade, promovendo a aproximação entre diferentes atores das áreas de segurança pública e justiça, com o objetivo de colaborar na sobrevivência da democracia brasileira. Criada em 2014, tornou-se em pouco tempo uma das principais referências no campo do novo jornalismo praticado por veículos nativos digitais do País, e o único focado em segurança pública e direitos humanos." [apoie]
  • Amazônia Real: "Missão: Fazer jornalismo ético e investigativo, pautado nas questões da Amazônia e de seu povo. A linha editorial é voltada à defesa da democratização da informação, da liberdade de expressão, da liberdade de imprensa e dos direitos humanos. O jornalismo produzido pela Amazônia Real conta com o trabalho de profissionais com sensibilidade na busca de grandes histórias da Amazônia e de suas populações, em especial daquelas que têm pouco espaço e visibilidade na chamada grande imprensa. A agência defende os valores da equidade, igualdade, diversidade e combate a violência contra mulheres." [doe]
  • Nexo: "O Nexo é um jornal digital, lançado em novembro de 2015, com o objetivo de trazer contexto às notícias e ampliar o acesso a dados e estatísticas. Sempre de forma inovadora e a partir de conteúdos amplos e instigantes, sua produção editorial privilegia o rigor e a qualidade da informação." [assine]
  • De Olho nos Ruralistas: "observatório do agronegócio e das políticas ruralistas no Brasil. As notícias com perspectiva social e ambiental." [apoie]
  • Repórter Brasil: "A Repórter Brasil foi fundada em 2001 por jornalistas, cientistas sociais e educadores com o objetivo de fomentar a reflexão e ação sobre a violação aos direitos fundamentais dos povos e trabalhadores no Brasil. Devido ao seu trabalho, tornou-se uma das mais importantes fontes de informação sobre trabalho escravo no país. Suas reportagens, investigações jornalísticas, pesquisas e metodologias educacionais têm sido usadas por lideranças do poder público, do setor empresarial e da sociedade civil como instrumentos para combater a escravidão contemporânea, um problema que afeta milhares de pessoas." [doe]
  • ((o))eco: "((o))eco é feito pela Associação O Eco, uma ONG brasileira que se preza por não ter fins lucrativos nem vinculação com partidos políticos, empresas ou qualquer tipo de grupo de interesse. O conteúdo do site é fruto do trabalho de uma rede de jornalistas e especialistas, muitos voluntários e outros que trabalham em tempo parcial. A graça de participar de ((o))eco não é financeira, mas acreditar e se beneficiar da sua missão de: Dedicar-se a cobertura de pautas sobre o meio ambiente. Nossa razão de ser é a conservação da natureza" [apoie]
  • The Intercept Brasil: "O The Intercept Brasil é uma premiada agência de notícias dedicada à responsabilização dos poderosos por meio de um jornalismo destemido e combativo. Suas investigações aprofundadas e suas análises implacáveis se concentram em política, corrupção, meio ambiente, segurança pública, tecnologia, mídia e muito mais. O The Intercept dá aos seus jornalistas a liberdade editorial e o suporte legal de que precisam para expor a corrupção e a injustiça onde quer que as encontrem." [catarse]
  • Justificando: "O Justificando nasceu discutido nas ruas e nos bares, na mesa de bar, onde tudo se fala e onde Censura alguma se atreveria a sentar-se. Nasceu para questionar e discutir, nasceu compromissado definitivamente com a liberdade mais absoluta e compromissado com as lutas raciais, de gênero, com as lutas pela extinção definitiva das masmorras brasileiras, com a libertação e com a liberdade. Se houver um DNA, queridos amigos, nele estará gravada nossa essência que se resume nessa palavra que há de despertar: Liberdade." [catarse]
  • O Joio e O Trigo: "O Joio e O Trigo não é um site sobre como comer (bem ou mal), nem sobre dietas da moda. Tampouco queremos repercutir a última pesquisa provando que o alimento X provoca o efeito Y em nosso organismo. E, menos ainda, difundir ingredientes milagrosos. Esse é um projeto sobre comer como ato político, com profundas implicações sociais, econômicas e ambientais." [contribua]
  • JOTA: "A partir de uma nova forma de cobrir as instituições públicas brasileiras, o JOTA fornece informações de qualidade, com análise e contexto, a um público profissional que precisa tomar decisões estratégicas constantemente com base nas movimentações dos três poderes." [assine]
  • Outras Palavras: "Jornalismo de Profundidade e Pós-Capitalismo"; "Lançado em 2010, Outras Palavras aposta no resgate e na reinvenção do Jornalismo. Trata-se de uma tarefa essencial, em meio à crise civilizatória na qual estamos mergulhados. Exigirá forças muito superiores às de nossa pequena redação. Por esta razão, estamos dispostos a contribuir com ela." [contribua]
  • Agência Mural: "A Agência Mural de Jornalismo das Periferias tem como missão minimizar as lacunas de informação e contribuir para a desconstrução de estereótipos sobre as periferias da Grande São Paulo." [catarse]
  • Alma Preta: "O Alma Preta é uma agência de jornalismo especializado na temática racial do Brasil. Em nosso conteúdo você encontra reportagens, coberturas, colunas, análises, produções audiovisuais, ilustrações e divulgação de eventos da comunidade afro-brasileira. Nosso objetivo é construir um novo formato de gestão de processos, pessoas e recursos através do jornalismo qualificado e independente." [financie]
  • Marco Zero: "A Marco Zero Conteúdo é uma organização da sociedade civil, sem fins lucrativos, que tem por objetivo qualificar o debate público promovendo o jornalismo investigativo e independente. Em um cenário de concentração de mídia e perda de credibilidade dos meios de comunicação tradicionais, como vem ocorrendo no Brasil, a Marco Zero aposta na produção de reportagens e conteúdos que exponham as relações de poder, dando destaque a temas de interesse público invisibilizados pela mídia corporativa." [assine]
  • AzMina: "Jornalismo, tecnologia e informação contra o machismo. AzMina é um instituto sem fins lucrativos que combate os diversos tipos de violência que atingem mulheres brasileiras. Produzimos uma revista digital, um app de enfrentamento à violência doméstica, além de campanhas, palestras, eventos e consultorias." [apoie]
  • Projeto Colabora: "O #Colabora é um projeto de jornalismo independente com foco em sustentabilidade, no seu sentido amplo, tendo como base os 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODSs). Acreditamos que o planeta só será sustentável se conseguir resolver, além dos problemas ambientais, suas mazelas sociais." [apoie]
  • Ver também